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Mostrando postagens com o rótulo Poemas

Vou Esperar

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Clique aqui , para ouvir a música que Marcel Barretto fez desse poema. (talvez) Um dia tu dirás que me ama Vou esperar... Mesmo que este dia esteja longe Vou esperar tu encostares em meu peito e teres vontade de dormir Da mesma forma como eu me aconchego nos teus abraços... Sentindo-te como ninho, cama. Enlaçando-te fortemente com braços nus e sentindo-te contra mim Quente e macio. Vou esperar! Vou esperar quietinho um dia tu me admirares Como eu admiro teus gestos calmos Esperar tu encontrares nos meus lábios a suavidade que encontro nos teus Ao mesmo tempo em que nossos cílios se tocam Piscam e nossos olhos se enxergam tão de perto... Pretos. Vou esperar cada abraço teu... Cada boa noite antes de dormir Como se essa fosse minha prece, Meu caminho para o céu, minha salvação! Esperar pacientemente o meu corpo se encontrar ao teu Um dia, quem sabe? Belamente... Completamente... Ser apenas um. Esperar o amor surgir nos teus olhos grandes e negros ...

Eu te perdoo por eu te amar.

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Um simples poema de amor... dedicado às estrelas do céu. Eu te perdoo por eu te amar. Eu te perdoo por não teres dito, em nosso tempo: eu te amo (porque foste o eu te amo em forma de corpo .) No teu dom de calibrar a energia do cosmo e equilibrar as luzes do mundo diante dos meus óculos. Nem sendo matiz... Nem sendo azul... Mas sendo ambos: o entretom e o tom. E pela tua mudez; por que... O que são palavras de amor perto do toque de quem se ama? Eu te perdoo por teres sido exatamente quem tu eras... E por eu ter sido como sempre fui... E por juntos termos crido que 'eu e tu' poderíamos ser apenas um nós. Desfragmentado. Eu te perdoo por não teres sido o tu que eu pensei que tu eras. E eu te perdoo por seres um tu encantado muito superior às minhas expectativas mais elevadas... [Pois no magnetismo de teu olhar preto, te ter ao meu lado era entender a força que mantinha o elétron girando em torno de um núcle...

O ocaso de um amor via sms

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depois de alguma bebida, escrevi este sms gigante que mandei pro teu celular. Eu te amo. Realmente. E, desse modo, não te quero ter. Te amo livre, como aquele carinho que temos pelos pássaros imóveis, que se equilibram nos galhos das árvores; uma fonte de prazer visual imenso que, de súbito, se extinguiria ao ser trancafiado em uma gaiola. Sempre acreditei que, pela tua beleza, encontrarias alguém que te amasse com mais simplicidade do que eu consegui. E o torço, do fundo do meu coração, que possam te fazer feliz na exata quantidade que sonhei, porém jamais concretizei. Espero que, livre, tu consigas ser alegre outra vez... E não te preocupes, pois se entre nos houver mesmo amor, em algum momento a nossa história vai recomeçar: nem que seja eu outra vida, quando formos pássaros. Saulo Sisnando. 16.01.11 4h46

Mentiras

Sim! A cada dia surge uma nova coleção de mentiras. Dentre todas, as piores são aquelas que contamos para nós mesmos, antes de dormir. Cochichamos inverdades no escuro, que tentam nos persuadir a acreditar que somos felizes. Ou que o outro é feliz conosco. Vezenquando queremos crer que conseguiremos mudar nossas imperfeições e que, de igual modo, o outro poderá mudar por nós. Convencemo-nos de que podemos conviver em paz com os nossos pecados ou que, em último caso, podemos nunca mais voltar a praticá-los. Sim! Todas as noites, antes de cair no sono, mentimos baixinho, numa esperança louca de que, ao amanhecer, tudo terá se tornado verdade. Livre tradução de um excerto de Desperate Housewives

Vou esperar

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(talvez) Um dia tu dirás que me ama Vou esperar... Mesmo que este dia esteja longe Vou esperar tu encostares em meu peito e teres vontade de dormir Da mesma forma como eu me aconchego nos teus abraços... Sentindo-te como ninho, cama. Enlaçando-te fortemente com braços nus e sentindo-te contra mim Quente e macio. Vou esperar! Vou esperar quietinho um dia tu me admirares Como eu admiro os passos de tua dança Esperar tu encontrares nos meus lábios a suavidade que encontro nos teus Ao mesmo tempo em que nossos cílios se tocam Piscam e nossos olhos se enxergam tão de perto... Pretos. Vou esperar cada abraço teu... Cada boa noite antes de dormir Como se essa fosse minha prece, Meu caminho para o céu, minha salvação! Esperar pacientemente o meu corpo se encontrar ao teu Um dia, quem sabe? Belamente... Completamente... Ser apenas um. Esperar o amor surgir nos teus olhos grandes e negros Esperar que me olhes cada vez como uma primeira vez... Apaixonando-te de novo....

Não fujas de mim

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Escrito para a pessoa ausente e após tanto amor na apresentação do grupo Verbus "Não fujas de mim neste dia, pois ha horas a serem vividas, lábios a serem tocados e pudores a serem desvendados. Tende piedade desta amadora e não resignes ao altruísta temor de me fazer sofrer. Pois o estorvo é meu. Esteja comigo mesmo que instigado pelo egoísmo, sem se inquietar com meu tormento intimo. Pois, desde que te conheci, esta aflição que embebeda meu seio é o ultimo sobejo que inda me pertence e que é somente meu. Sem duvida, amado, neste óbolo que é nosso amor, as duas faces são doloridas: se ficares, não ha paz; se te fores, um turbilhão de dores. Desse modo escolho a nossa exaustão diária. Prefiro Sofrer junto a padecer avulsa. Afinal não nasci para ser só. Embora o destino disso não saiba”. Saulo Sisnando 28.11.2010 23 h 56 min

Amo-te

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Para meu desvairado amor, Como pedido de perdão pelo nosso Carinhoso, mas tão mal feito sexo. Ainda te amo. Amo-te como horas que não passam Aprisionando-me num momento estanque recheado de encanto e martírio Amo-te como o azul [melancólico] cheio de dor Que explode em deslumbradas nuanças quando tu danças Naquele teu dom de colorizar senis fotogramas diários Amo-te pelos teus sonhos, querendo-te assim pelo que nem és E admirando-te como o amanhã [impreciso] sem saber se seremos nós, Como um presente embrulhado sob um pinheiro branco Aguardando a hora de se tornar clímax. Amo-te, enfim, pela morte que me causas diariamente E pela vida que colocas em meu peito cada vez que eu te toco. Saulo Sisnando 23.11.2010 23 h 22 mi n

A equação do amor ao fim

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Se temos de - [nos ( dissolver em moléculas )] = que pelo menos seja assim + em ( Sl Ow MO ti on ) . . Saulo Sisnando , que nunca entendeu de Matemática, escrevendo como Saulo Sisnando

Miau #4

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Te gosto mais do que eu poderia, mais do que eu deveria, mais do que eu gostaria. Enfim te amo na medida que tu mereces. Saulo Sisnando escrevendo como Saulo Sisnando

Meus Poderes

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Me explica esse teu amor Me faça entender tua dor Qual motivo terá sido? De onde o turbilhão terá surgido? Do meu punho quebrado Do meu jeitão de veado Esse meu clima de final de tarde Esse meu peito que arde Meu complexo de pavão Minha pluma, minha mão Meu olhar, por lápis recortado Meu lábio grosso: rachado! Meu tão arredondado tronco Minha forma de roubar e marcar ponto Minha promiscuidade Ou minha ambigüidade? Minhas estratégias de fel Meu cheiro agudo de mel Minha inteligência, minha intransigência Minha eterna adolescência Meus poemas à Bruna Lombardi Meu sexo que teima... E parte! Foram meus pretextos, meus contextos Os heróis que habitam meus textos Foram meus olhos opacos, tão pretos Meus tão escondidos amuletos Meus incomunicáveis segredos Ou foram os anéis que não povoam meus dedos? Meu andar de sabiá Minha eterna maneira de ludibriar Meu rosto anguloso, quadrado Minha sutil agonia quando o giz risca o quadro Meu abraço, meu...

Você não apareceu*, de saulo sisnando

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O seu lugar estava guardado Marcado, fechado e trancafiado Só seria aberto por nossos números, Nossas senhas, nossas cenas obscenas O seu lugar estava lá Guardado no meio de tanta gente Mas num lugar onde só você poderia me ver diferente, Poderia me ver de frente e bem quente Mas você não apareceu E agora o lugar mudou de lugar As senhas não são mais as mesmas As cenas rastejam com lesmas E tudo que era lindamente obsceno Perdeu-se entre as trevas de minhas pernas Virou lixo, pó Vagas memórias Pássaros sem penas Lindas loucas histórias Que jamais serão contadas Mas eu conheço tuas velhas cantadas E sei que as minhas senhas serão novamente roubadas Rezo para isso Para ouvir novamente teu riso Povoando meu insensato juízo Prece que ser Nada mais que teu piso " Saulo Sisnando " escrevendo como " Saulo Sisnando " * projeto " poeminhas "